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Arquivo da categoria: Polivisão
POLIVISÃO: O Carnaval do Arlequim, de Joan Miró (1893-1983)
Publicado em Arte, Artes Plásticas, Polivisão
Com a tag mIRÓ, o CARNAVAL DO aRLEQUIM, Polivisão
POLIVISÃO
Henri Matisse, Odalisca com Magnólias, 1924
Publicado em Arte, Artes Plásticas, Polivisão
Com a tag Arte, Artes Plásticas, Henri Matisse, Pintura
POLIVISÃO – Especial Planos da História da Arte
O exercício da cidadania, em qualquer que seja o sistema político vigente, envolve o uso dos talentos, de forma unitária, no engendramento de uma comum-unidade.
Não se trata de números, mas de intensidades. É possível aglomerar num espaço geograficamente delimitado, uma quantidade de pessoas. Mas com isso não se produz uma comunidade. Ela irá surgir como produto das ações humanas, sempre num sentido de produção de modos de existência. Daí depreende-se que, num plano ético, a educação se dê em todos os aspectos dessa produção comunitária. Não se restringindo, como quer o Estado, numa ordem de controle e disciplina (educação somente a da escola), ficção esta que cai com a mais débil pergunta que se pode fazer: quem nasceu primeiro, a educação ou a escola?
Assim, educar-se é, ao mesmo tempo, educar o outro. Produção de saberes e dizeres que são corpos indutores de afectos e perceptos necessários a um viver livre e autônomo.
Assim, para além dos bancos escolares e das cátedras, há um educar que pulsa a partir do talento e da disposição das pessoas para abrir-se para o mundo. Produção intensiva desejante de afectos e perceptos. Assim, a partir do seu talento, o companheiro @Sobrecomum produziu uma mini-série vários planos na História da Arte, a partir de cliques no próprio quintal de casa.
Das imagens cotidianas, salta uma relação real, e não simulada, com os saberes constituídos, fazendo refluir a potência ativa e engajando o aprendente, envolvendo-o com os seus arredores. Confira!
PLANOS NA
HISTÓRIA DA ARTE
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1. A SIMETRIA na Natureza é um fenômeno único e fascinante. Esta ideia surge naturalmente ao espírito humano, remetendo-o para um equilíbrio e proporção, padrão e regularidade, harmonia e beleza, ordem e perfeição. Estes são alguns dos vocábulos que resumem reações que temos inerentes às simetrias que abundam na Natureza, nas formas vivas e inanimadas.
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2. Os gregos são reputados como os precursores da pintura ocidental em diversos aspectos, tendo desenvolvido a representação com ilusão de tridimensionalidade através do SOMBREADO e de elementos de perspectiva, inovações aparecidas por volta do século V a.C.
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3. (…) Até então a representação da figura era basicamente plana e linear, com a cor meramente preenchendo áreas definidas por um CONTORNO.
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4. CORES COMPLEMENTARES – São aquelas que se localizam diametralmente opostas no círculo cromático. O complemento de uma cor primária é a cor resultante da mistura das outras duas cores primárias.
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5. Um ESTÊNCIL é um desenho ou ilustração que representa um número, letra, símbolo tipográfico ou qualquer outra forma ou imagem figurativa ou abstrata, que possa ser delineada por corte ou perfuração em papel, papelão, metal ou outros materiais. O estêncil obtido é usado para imprimir imagens sobre inúmeras superfícies, do cimento ao tecido de uma roupa.
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6. PINTURA SOPRADA – Trata-se de uma técnica usada por crianças. Consiste em por uma gota de tinta sobre o papel e com um canudinho, sopra-se. Este processo se repete várias vezes. No final deve-se encontrar um desenho abstrato.
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7. AQUARELA – A pintura com aquarela é a mais delicada de todas as técnicas. É importante o uso de tintas de boa qualidade, pois tem pigmentos concentrados que permitem uma cor forte e transparente ao mesmo tempo.
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8. PONTILHISMO- Uma técnica de pintura, saída do movimento impressionista, em que pequenas manchas ou pontos de cor provocam, pela justaposição, uma mistura óptica nos olhos do observador.
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9. HACHURA – Técnica usada em desenho e gravura que consiste em traçar linhas finas e paralelas, retas ou curvas, muito próximas umas das outras, criando um efeito de sombra ou meio-tom. O termo encontra sua origem no francês hachure – hache, que significa "machado".
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10. ART NOVEAU – O art nouveau surgiu como uma tendência arquitetônica inovadora do fim do século XIX: um estilo floreado, em que se destacam as formas orgânicas inspiradas em folhagens, flores, cisnes, labaredas e outros elementos.
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11. POP ART – Movimento que usava figuras e ícones populares como tema de suas pinturas, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, como de uma escala de cinquenta para um, transformando o real em hiper-real.
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12. NATUREZA-MORTA – É um gênero de pintura em que se representa seres inanimados, como frutas, flores, livros, taças de vidro, garrafas, jarras de metal, porcelanas, dentre outros objetos.
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13. Técnica de ENVELHECIMENTO originalmente era feita com Betume da Judéia, um tipo de verniz bem espesso, a base de aguarrás, que dá um, acabamento escuro à peça.
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14. Sandro Botticelli é um pintor renascentista cuja obra mais conhecida é "O Nascimento da Vênus" recriada na delicadeza de uma flor.
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15. IMPRESSIONISMO – É um movimento artístico surgido na França no século XIX que criou uma nova visão conceitual da natureza utilizando pinceladas soltas dando ênfase na luz e no movimento.
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16. CONSTRUTIVISMO RUSSO – A arte, inspirada pelas novas conquistas do novo Estado Operário, deveria se inspirar nas novas perspectivas abertas pela máquina e pela industrialização servindo a objetivos sociais e a construção de um mundo socialista.
Publicado em Arte, Artes Plásticas, Educação, Polivisão
Com a tag Aquarela, Art Noveau, Artes, Artes Plásticas, Cores, Educação, Estêncil, Fotografia, Hachura, História da Arte, Pontilhismo, Pop Art, Teoria da Arte
POLIVISÃO
Joan Miró – “O Ouro do Azul” (1967)
Joan Miró nasceu em Barcelona, na Espanha, em 20 de abril de 1893. Apesar da insistência do pai em vê-lo graduado, não completou os estudos. Freqüentou uma escola comercial e trabalhou num escritório por dois anos até sofrer um esgotamento nervoso. Em 1912, seus pais finalmente consentiram que ingressasse numa escola de arte em Barcelona. Estudou com Francisco Galí, que o apresentou às escolas de arte moderna de Paris, transmitiu-lhe sua paixão pelos afrescos de influência bizantina das igrejas da Catalunha e o introduziu à fantástica arquitetura de Antonio Gaudí.
Miró trazia intuitivamente a visão despojada de preconceitos que os artistas das escolas fauvista e cubista buscavam, mediante a destruição dos valores tradicionais. Em sua pintura e desenhos, tentou criar meios de expressão metafórica, ou seja, descobrir signos que representassem conceitos da natureza num sentido poético e transcendental. Nesse aspecto, tinha muito em comum com dadaístas e surrealistas.
De 1915 a 1919, Miró trabalhou em Montroig, próximo a Barcelona, e em Maiorca, onde pintou paisagens, retratos e nus. Depois, viveu em Montroig e Paris alternadamente. De 1925 a 1928, influenciado pelo dadaísmo, pelo surrealismo e principalmente por Paul Klee, pintou cenas oníricas e paisagens imaginárias. Após uma viagem aos Países Baixos, onde estudou a pintura dos realistas do século XVII, os elementos figurativos ressurgiram em suas obras.
Na década de 1930, seus horizontes artísticos se ampliaram. Fez cenários para balés, e seus quadros passaram a ser expostos regularmente em galerias francesas e americanas. As tapeçarias que realizou em 1934 despertaram seu interesse pela arte monumental e mural. Estava em Paris no fim da década, quando eclodiu a guerra civil espanhola, cujos horrores influenciaram sua produção artística desse período.
No início da segunda guerra mundial voltou à Espanha e pintou a célebre "Constelações", que simboliza a evocação de todo o poder criativo dos elementos e do cosmos para enfrentar as forças anônimas da corrupção política e social causadora da miséria e da guerra.
A partir de 1948, Miró mais uma vez dividiu seu tempo entre a Espanha e Paris. Nesse ano iniciou uma série de trabalhos de intenso conteúdo poético, cujos temas são variações sobre a mulher, o pássaro e a estrela. Algumas obras revelam grande espontaneidade, enquanto em outras se percebe a técnica altamente elaborada, e esse contraste também aparece em suas esculturas. Miró tornou-se mundialmente famoso e expôs seus trabalhos, inclusive ilustrações feitas para livros, em vários países.
Em 1954, ganhou o prêmio de gravura da Bienal de Veneza e, quatro anos mais tarde, o mural que realizou para o edifício da UNESCO em Paris ganhou o Prêmio Internacional da Fundação Guggenheim. Em 1963, o Museu Nacional de Arte Moderna de Paris realizou uma exposição de toda a sua obra. Joan Miró morreu em Palma de Maiorca, Espanha, em 25 de dezembro de 1983.
©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.
Publicado em Arte, Artes Plásticas, Polivisão
POLIVISÃO

O Cangaceiro


Meninos Brincando, 1955
A Descoberta da Terra, 1941
Cândido Portinari
29/12/1903 – 06/02/1962
Publicado em Arte, Artes Plásticas, Polivisão
Com a tag Arte, Cândido Portinari, Modernismo, Pintura, Polivisão
POLIVISÃO

Claude Monet - Campo de Tulipas
Publicado em Arte, Artes Plásticas, Polivisão
Com a tag Arte, Artes Plásticas, Claude Monet, Pintura
POLIVISÃO

Wassily Kandinsky, Untitled, 1923
Publicado em Arte, Artes Plásticas, Polivisão
Com a tag Arte, Kandinsky, Pintura, Wassyly Kandynsky


